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sexta-feira, janeiro 25, 2008

Estamos a beber o leite que o diabo mugiu

Hoje estou verdadeiramente irada com as notícias acerca do aumento do leite (+ 15 cêntimos!). Esta revolta não é tanto pelo aumento (embora seja escandaloso) mas mais pelas causas. Aqui há anos, quando ainda se falava de CEE, lembro-me perfeitamente de ter achado um crime estarem a exigir que déssemos cabo da nossa produção nacional de leite (principalmente nos Açores), para cumprirmos as quotas leiteiras. Já na altura era mais que evidente que essa medida espatafúrdia e perigosa para a nossa economia, era um atentado à produção nacional e tinha o sinistro objectivo de acabar com o que é nosso para nos tornar dependentes do leite estrangeiro. Aliás, metodicamente, foi o que a CEE ou UE fez e tem feito em relação a tudo o que nos assegurava alguma independência nacional; aliás, a destruição é hoje apanágio do capitalismo global que em vez de produtivo é essencialmente destrutivo, alimentando-se das grandes transacções fantasma do capital financeiro. Agora eis os resultados: o que era tido como "excesso de produção", é agora apontado como "produção insuficiente". São pois evidentes as consequências das políticas económicas a que nos obriga a União Europeia, sempre em nome das leis da globalização. A União Europeia, que sempre tem sido apontada como única solução, revela-se a causa primeira do descalabro a que chegámos. A nossa nação, que já de si tinha parcos recursos, tem sido desde então metodicamente desmantelada nas suas forças produtivas. Tornámo-nos entretanto um dos países mais dependentes das importações e por isso somos tidos como um bom parceiro económico que destrói o que tem de produtivo para passar a ser mais um cliente dependente dos produtos dos países europeus, as mais das vezes de pior qualidade. E o que mais me custa é que sejam os nossos dirigentes a pactuar e a abrir portas a esta destruição. De Mário Soares a Sócrates, todos têm sido co-autores desta afronta à nação, bando de anti-patriótas vendidos e sem-vergonha. Vão todos mamar na burra!

quinta-feira, outubro 04, 2007

Petição Online: «Alguém acuda ao Salão Nobre do Conservatório, por favor!»

http://suggia.weblog.com.pt/arquivo/192545.html


Alguém acuda ao Salão Nobre do Conservatório, por favor!

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Vamos assistir a esse património que é de todos nós converter-se numa instituição privada, uma espécie de fundação (!) ?

Eu já assinei.

Proponho que façam a vossa parte, em consciência, com consciência.


quarta-feira, setembro 26, 2007

«Oferta Urgente»

Perfil: professor de Inglês, com perfil para leccionar a disciplina a crianças do 1º Ciclo do Ensino Básico ( 1º, 2º, 3º e 4º anos)

Condições: 6h semanais / de 1 de Outubro de 2007 a 15 de Junho de 2008 / 15 eur à hora / recibo verde*

* O recibo verde poderá ser passado mensalmente ou apenas no final de cada ano civil, ou seja, em Dezembro de 2007 e depois em Junho de 2008, quando terminam as actividades.

Entidade: Jardim INfantil "O Finório, Lda."

R. Eng.º Lúcio Azevedo, 25 S. Brás Amadora

(Recebido por E-mail: Serviço de Orientação e Integração Profissional )


Sou licenciada em LLM, Estudos Portugueses, logo não estaria vocacionada para responder a esta oferta de trabalho. Mas não posso deixar de comentar que acho admirável que um colega que se formou até ao fim dos estudos para dar aulas de Inglês, na intenção de seguir uma carreira docente, possa pegar de bom grado num anúncio assim. E no entanto quanto desespero, quanta gente anda por aí respondendo sem futuro a estas ofertas de inegável trabalho precário…. Sem direitos nem subsídios de férias ou de desemprego, que segurança? Repare-se nas condições oferecidas: um contrato temporário firmado em recibos verdes, muito mal pago, um autêntico biscate pedagógico, sem possibilidades daquele professor poder vir a ser um individuo auto-suficiente.

Mas não é o nosso governo que diz como todos os outros estar a esforça-se por combater os recibos verdes e o trabalho precário?

Mas são os professores uns biscateiros?

Quantos, por não terem outra saída profissional, estão dispostos a enfrentar a aventura de leccionar num jardim de infância auto-denominado “O Finório”? O que esperar de uma entidade empregadora com um nome destes, que depois aluga os contratados mal-pagos professores, subalugando-os e obtendo assim, com a sua força de trabalho, algum lucro junto das entidades camarárias. De ora avante será normal que as Actividades de Enriquecimento Cultural que o seu filho frequenta na escola pública onde anda sejam ministradas pel’ “O Finório, Lda.”. E não se admire se em vez de ele voltar para casa descontraído e exausto de tanta brincadeira, ele chegar um autêntico… finório.

Que futuro para as nossas crianças? Você é que é o encarregado de educação. Você é que tem a responsabilidade de os educar (os que educam); os professores ajudam a crescer (os que ajudam); e mostram caminhos, quantos mais melhor. Talvez isso fosse quando eu estudei: agora nem por isso, enfiados em espartilhos burocráticos, desconfiados das intenções dos colegas que os vão avaliar, eles são cumpridores à risca do programa do livro de leitura, ensinando-lhes as metáforas da receita de papel reciclado em detrimento de um Aquilino, obrigados a baixar os níveis de exigência para mostrar resultados. Cara a cara com os alunos, como não continuar a fazer o melhor trabalho e a levar para a frente cada caso, na aula e na burocracia? Dentro da sala ainda não há cameras de vigilância. Na sala dos professores pouco se partilham experiências educativas ou se fala dos falhanços das políticas de ensino. Para trabalho já basta! Fora da escola não se fala de escola!Os professores fingem para si próprios que nada disto está a acontecer (os que fingem!). Estão finalmente partidos como classe: dividem-se em classes dentro da própria classe. Todos entraram no ensino habilitados a leccionar, mas eis que novos factores são ponderados para ditar a sua estagnação ou ascensão na carreira docente: Que levante o dedo quem exerceu mais funções executivas nestes últimos anos do que deu aulas? Esses podem passar na frente dos outros que já lá andavam há anos com os alunos dentro das salas de aula, a serem professores, alguns destes com maior curriculum do que outros que vêem agora passar à frente na carreira. Estes ganham um título, passam a ser “titulares”, e recebem mais, têm a vida mais facilitada. Estão finalmente e definitivamente uns degraus acima de outros. Alguns envaidecem-se desta promoção; outros nem por isso; há quem se sinta mesmo envergonhado. Como escolher entre toda a equipa quem vai avaliar quem?

Não, os professores também não estão bem, estão fartos. Essa é a palavra: estão fartos! Será por isso que os nossos filhos vêm da escola fartos, sem vontade de estudar mais? Fartos de tanto horário lectivo, fartos de tanta regra e de não terem na escola um único espaço de liberdade onde a sua criatividade jovem possa também crescer. Quanto a mim sou encarregada de educação mas também sou mãe e preocupo-me com o futuro dos meus filhos e vejo longe em que futuro precário estas políticas praticadas hoje o vão lançar. Espero o dia em que as pessoas estejam realmente fartas de estar fartas de ver as coisas não a transformarem-se, a mudar para melhor, mas subitamente a desaparecerem. O fim dos direitos do trabalho… o fim da justiça… os encerramentos dos serviços médicos, o fim anunciado da escola pública… as entidades semi-privadas a aparecer de todos os lados e a minar tudo o que era de todos, a nossa propriedade pública...

Como serão as aulas dadas pelos professores d’ “O Finório, Lda”?

Não acho que a escola pública possa deixar de existir. Os governos das nações têm que investir no Ensino dos cidadãos, não podem entregar e relegar essa tarefa nas mãos dos privados que têm como finalidade última tornar a escola lucrativa. A escola não é para ser lucrativa, nem os serviços sociais. Por esse caminho em breve voltaríamos ao tempo em que só os filhos das pessoas com dinheiro poderiam estudar. Queremos reviver esse passado tão recente? O Estado, a nação precisa de formar os seus cidadãos para se manter. Imagine-se que os nossos governantes já não quererem governar a nação como nação: como eles traçam já como meta alcançar um lugar nas altas esferas de decisão da União Europeia, uma missão algures, uma presidência acolá na Comissão europeia, ou quem sabe até uma quota de participação num clube de influência um pouco mais acima no topo da hierarquia global. Qual deles não gostaria de fazer parte do clube dos “senhores do mundo”? Mesmo se esses amos os mandassem destruir a nação.

Quem deseja ser governado por tais "finórios"?

A escola pública não pode deixar de existir: uma nação sem serviços médicos, sem urgências, sem escolas, sem empregos, sem estruturas reais não pode existir. A questão agora é de agarrar o que a nossa acção conjunta possa ainda salvar, e não parar antes de recuperarmos o que alcançámos e nos foi tirado. É preciso dizer “Não!”. A evolução da nossa sociedade não pode ser perder, perder, perder… tem que ser alcançar em conjunto melhores resultados. As pessoas não estão contentes. Também estão fartas. Como se pode governar pessoas descontentes? Como poderá o vosso mandato, o mandato que uma maioria vos deu em eleições democráticas, moralizar as pessoas que vos elegeram? É preciso romper com esses mandatários da União Europeia que fingem nos governar e se vão governando. Dizer que sim a tudo o que vem de cima não é digno de um governante, de um representante da nação, de alguém que foi eleito para a defender livre e cooperante entre as outras nações.

Nunca se vê os nossos governantes baterem o pé a alguma directiva tornada absolutamente absurda pela realidade periférica do nosso país, um país que ainda há poucos anos bateu o pé à exploração do homem pelo homem. A propriedade pública é hoje desbaratada, entregue nas mãos de entidades privadas e multinacionais cujo único interesse é aumentar os lucros, quer se trate de saúde ou educação, porque essa é a sua filosofia.

Os serviços públicos e sociais, o pouco do que é nosso, da vinha e do vinho destrói-se e descaracteriza-se. Tudo o que produz e funciona segue o curso do desmantelamento e da destruição em favor do capital financeiro, fictício e sem valor real. Uns poucos por todo o mundo se contentam e se alimentam deste estado de coisas. Mas a maior parte das pessoas sente que está a perder poder de compra, que o seu esforço de trabalho é desvalorizado todos os dias enquanto cresce o poder do capital e se experimenta a mais atroz insegurança. Onde estão os pesos da balança? Onde a justiça deste sistema que aglutina as nações e as dilui? Que justiça esta que solta os criminosos e deixa os corruptos livres; que prende as famílias a empregos sem horários e encerra as crianças em salas de aula bafientas.

E as pessoas? Onde estão as pessoas para se unirem contra isto tudo em que são arrastadas? Onde estão as pessoas para dizer que não era isto que esperavam da democracia alcançada em Abril? Onde estão as pessoas para reclamar junto das entidades responsáveis que quando deram o seu voto não era para lhes destruirem o que tinham durante anos alcançado.

Quando sentirem os danos dessa destruição a minar as suas próprias vidas e não aguentarem mais, elas surgirão da noite para o dia, como já aconteceu noutros momentos.

quinta-feira, setembro 06, 2007

Apelo à união das forças democráticas: Dizer NÃO à destruição da Nação!

Caros amigos Não sou militante do POUS mas tive conhecimento deste apelo que vos envio em anexo para lerem e subscreverem caso concordem com o seu teor. O texto foi escrito a pensar na Manifestação de 5 de Julho mas o seu propósito último é apelar às forças democráticas para que se unam contra as políticas ditadas pela União Europeia, as quais visam destruir os serviços públicos e o Estado social, colocando sectores estratégicos e essenciais nas mãos dos privados. É a isto que estamos a assistir: o povo português votou maioritariamente no Partido Socialista julgando assim escapar às políticas neo-liberalistas de Durão Barroso e agora encontra-se a sofrer as mesmas políticas ditadas de cima, a partir da União Europeia pelo mesmo Durão Barroso e seus pares e seguidas à risca pelo governo Sócrates. Por mim acho que este partido mostra muita coragem e bom senso ao apelar à união das forças democráticas no momento político que o nosso país atravessa. Cada um que decida por si próprio e em sua consciência se este apelo é pertinente e urgente e se merece ser apoiado e divulgado:

APELO

Aos militantes, aos trabalhadores, aos aposentados, aos estudantes

A 1 de Julho de 2007, Portugal toma a Presidência da União Europeia. Para assumir o quê?

O que todos nós temos bem presente é que, desde há quase dois anos, os trabalhadores e as populações não têm parado de se mobilizar, para defender os seus serviços de saúde, as suas escolas, a sua Segurança Social, as suas pensões de aposentação, os seus estatutos e vínculos, perante as medidas tomadas pelo governo de Sócrates.

E todos nós também estamos conscientes que estas medidas decorrem, em linha recta, da aplicação das directivas da União Europeia.

Pode dizer-se que, desde há muitos meses, a mobilização dos trabalhadores e das populações – através de concentrações, plenários, manifestações, greves sectoriais e greve geral – se tem virado para a maioria de deputados eleitos pelo PS, para lhe dizer: “É preciso parar com esta política ditada pela União Europeia. É preciso parar com uma política que fecha as escolas, as maternidades, os serviços de urgência e os serviços de saúde, uma política que destrói os estatutos dos professores e dos outros funcionários públicos; queremos de volta as nossas escolas, os nossos serviços de saúde, os nossos direitos democráticos, os nossos empregos e vínculos.”

Nesta situação, a CGTP fez o apelo a uma greve geral, para 30 de Maio, e apela, agora, a manifestar, a 5 de Julho, contra a flexisegurança – mais uma lei ditada pela União Europeia, que visa o despedimento sem justa causa, “o despedimento na hora”, rebentando com todos os direitos laborais consignados na Constituição da República Portuguesa.

Não será justo dizer que cabe às organizações sindicais a responsabilidade de organizarem a mobilização, em unidade, para impedir a flexisegurança?

Pela nossa parte, afirmamos: “É a unidade dos trabalhadores com as suas organizações, a todos os níveis – ao nível da CGTP e da UGT – que pode impor um travão à perca dos direitos dos trabalhadores, que pode parar com o desmantelamento e a privatização dos serviços públicos. É esta unidade que pode pôr um travão à ofensiva ditada pela Comissão Europeia.”

Todos estamos conscientes de que todas as conquistas democráticas e sociais – que estruturam o nosso país como uma nação livre e independente – foram conseguidas com o 25 de Abril de 1974. Todos estamos conscientes de que estas conquistas têm sido sistematicamente golpeadas e postas em causa pela política da União Europeia. Foi por não aceitar este estado de coisas que a maioria do povo derrotou os partidos que suportavam o governo de Durão Barroso e deu uma maioria absoluta ao PS, esperando que este partido – no Governo – começasse a mudar o que de grave tinha sido feito pelos governos anteriores, como o Código do Trabalho, os despedimentos e o trabalho precário, as privatizações, os ataques ao ensino e à saúde.

Actualmente, Durão Barroso está à cabeça da UE para prosseguir – à escala da Europa – a política que a maioria do povo derrotou em Portugal, nas eleições de 2005; para nos impor – em Portugal e a todas as outras nações da Europa – essa mesma política de privatizações, de destruição dos serviços públicos e dos direitos sociais e laborais.

Hoje, qualquer trabalhadora, qualquer trabalhador percebe que a política de Sócrates é a continuação refinada da política de Durão Barroso.

Por isso a maioria do povo português tem o direito de se dirigir a Sócrates, de se dirigir à maioria dos deputados do PS, para lhes dizer: “Rompam com Durão Barroso! Rompam com a União Europeia!

Por que não há-de a maioria da Assembleia da República, eleita pelo povo, assumir esta atitude?

Não foi isso que começou a fazer o governo dos Açores, quando se recusa a aplicar as “taxas de internamento hospitalar” e se recusa a dividir os professores em diferentes categorias?

Não foi isto que começaram a fazer, também, os deputados do PS, da Comissão de Saúde da Assembleia da República, quando responderam ao Ministro da Saúde, perante as mobilizações das populações com os seus autarcas, incluindo os do PS, para defender os serviços de saúde de proximidade: “Nós é que fomos eleitos, nós temos a última palavra”.

Subscrevo este apelo

Paula Montez - encarregada de educação; Manuela Oliveira - professora do Ensino Básico / SPGL; Maria da Luz Oliveira - professora do Ensino básico / SPGL; Mª Fernanda Ribeiro Almeida - simpatizante POUS; Maria Adélia Gomes - professora do Ensino básico / SPGL; Pedro Simas - estudante universitário; José António Mendes - estudante universitário; Vítor Amaral - funcionário do Ensino superior público; Margarida Pagarete - estudante universitária; Cristina Matos - estudante universitária; Rui Jorge Correia Costa - militante PS / Sindicato Trabalh. Função Pública; Maria Madalena Seixas - simpatizante POUS; Maria Manuela Seixas - trabalhadora da Saúde; Maria Antónia Santos - trabalhadora da Saúde; Leontina Rodrigues - trabalhadora da Saúde; Ilda Corte-Real - POUS / trabalhadora da Saúde; Dulce Maria Martins Rijo - trabalhadora da Saúde; António Leal Luís - militante do PCP / trabalhador da CP; Marina Elvas - POUS / trabalhadora da PT; Rosa Maria Sanches - POUS / contabilista; António Serra - Sindicato dos Gráficos; Lia Carvalheira – POUS / professora / SPGL; Manuel Ferreira - militante PS; Ester Luísa Dias – SPGL

NOME Organização política / sindical Contacto (e-mail; tel.)

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A iniciativa deste apelo partiu dos militantes do POUS abaixo assinados, cujos interesses não são distintos dos interesses dos restantes cidadãos.

Tomámos a iniciativa porque estamos convictos de que é preciso a acção conjunta de todas as forças políticas – bem como de todos os militantes e trabalhadores – que se reclamam da defesa das conquistas da revolução, da defesa de Portugal como uma nação livre e independente. Posição que é certamente partilhada pela maioria da população portuguesa.

Todos juntos nós podemos afirmar: “A maioria do PS, na Assembleia da República, não foi eleita para prosseguir a política de Durão Barroso.”

Em consequência, nós – militantes ligados ao POUS – dirigimo-nos a todos militantes e cidadãos que se colocam no terreno da luta pelo socialismo para vos propor que assinem este apelo, com um único objectivo: agir para a acção em comum para a defesa e retoma das conquistas de Abril, por um Governo verdadeiramente socialista.

Os militantes do POUS:

Carmelinda Pereira, Aires Rodrigues, Joaquim Pagarete, Santana Henriques, Carlos Melo, Maria da Luz Semedo, Helena W. Carvalho

Para correspondência: Rua de Santo António da Glória, nº 52 B, cave C, 1250 – 217 Lisboa

email: pous4@sapo.pt


sábado, julho 07, 2007

Claro como água!

Manifestação Guimarães 5 de Julho

Então a União Europeia também quer agora destruir a nossa vinha?

É claro como água que não vão conseguir!
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