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terça-feira, março 13, 2007

Uma flor para José Sócrates...


Es cruel
Meteste a tua filha num bordel
Enforcaste o caniche com cordel
Es cruel
Es tarado
Pintaste o sexo cor de rebuçado
No circo tu serias um achado
Es tarado
Es um porco imundo
Quando queres vais até ao fundo
Nao sei onde vais parar
Es ignóbil
Não sei qual é que é o teu movil
Es um reciclado de Chernobil
Es ignóbil
Es vaidoso
Meteste uma pompom na tua franja
Sabes que ainda o dia e uma criança
Es vaidoso
Es um porco imundo
Quando queres vais até ao fundo
Não sei onde vais parar
(Solo)
Es obtuso
Lavas a tua tromba com água do Luso
O teu nariz é como um parafuso
Es tarado
Es obsceno
Os teus olhos destilam veneno
Encharcas-te com vinho do Reno
Es cruel
Es um porco imundo
Quando queres vais até ao fundo
Não sei onde vais parar
(Solo de guitarra)
Es um porco imundo
Quando queres vais até ao fundo
Não sei onde vais parar
Não sei onde vais parar

(Ena Pá 2000)
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