
quinta-feira, julho 12, 2007
quarta-feira, julho 11, 2007
terça-feira, julho 10, 2007
As Vicentinas de Braganza vai dar que falar!

Já está on line mais um blog promissor com a chancela Arrebenta
As Vicentinas de Braganza estreia-se com um excelente texto de ficção contemporânea que para grande orgulho meu me foi dedicado pelo seu autor. Aconselho vivamente a leitura ou uma leitura viva. Imperdível!
As Vicentinas de Braganza estreia-se com um excelente texto de ficção contemporânea que para grande orgulho meu me foi dedicado pelo seu autor. Aconselho vivamente a leitura ou uma leitura viva. Imperdível!
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Comissão de Defesa da Escola Pública
Uma delegação da Comissão de Defesa da Escola Pública foi hoje à Assembleia da República entregar ao Presidente da Comissão da Educação do Grupo Parlamentar do PS a “Carta ao Grupo Parlamentar do PS” e as respectivas assinaturas (para cima de duzentas). Foram ainda entregues uma série de documentos que podem ser consultados no blog Escola-Publica. A delegação manifestou as suas preocupações em relação ao Ensino em Portugal e à destruição a que está a ser sujeita a Escola Pública construída a partir de Abril. O Dr. Luís Fagundes mostrou-se sensível à forma como foram abordadas as questões que hoje inquietam os educadores e lançou à Comissão o convite para que esta reúna matérias para serem debatidas numa sessão pública da Assembleia da República a agendar. Um objectivo deste debate é desenvolver um conjunto de propostas positivas para a construção da Escola Pública democrática e de qualidade que todos queremos. Visite o Blog da Escola Pública
segunda-feira, julho 09, 2007
Albarde-se o Burro À Vontade do Dono

Adorei este post do blogue O País do Burro:-)

(777) 7 maravilhas
1 – “Então peçam para sair da União Europeia” – Jaime Silva
2 - "O novo aeroporto de Lisboa jamais será na margem Sul, um deserto, uma zona sem gente, sem tráfego, sem cidades, sem hotéis, sem hospitais, sem actividades económicas." – Mário Lino
3 – “Portugal é um país competitivo em termos de custos salariais. Os custos salariais são mais baixos do que a média dos países da União Europeia e a pressão para a sua subida é muito menor do que nos países do alargamento." – Manuel Pinho
4 – “Perdi o apoio dos professores, mas ganhei o dos portugueses” – Maria de Lurdes Rodrigues
5 - “A directora do Centro de Saúde de Vieira do Minho, Maria Celeste Cardoso, foi exonerada pelo ministro da Saúde por não ter retirado do centro um cartaz que apresentava declarações de Correia de Campos "em termos jocosos"
6 - “O Governo não pactua com sistemas de injustiça fiscal" e, por isso, propôs as alterações à lei em matéria de deficientes e de reformados.” – Teixeira dos Santos
7- “Nunca um Governo deixou tantas marcas de esquerda” – José Sócrates
Haveria outras maravilhas e chegaria rapidamente às 77, o Governo de José Sócrates é bastante pródigo em maravilhas. Ficam estas 7, que escolhi sem grande esforço de memória, neste que é, por coincidÊncia, o 777º post do país do Burro.
2 - "O novo aeroporto de Lisboa jamais será na margem Sul, um deserto, uma zona sem gente, sem tráfego, sem cidades, sem hotéis, sem hospitais, sem actividades económicas." – Mário Lino
3 – “Portugal é um país competitivo em termos de custos salariais. Os custos salariais são mais baixos do que a média dos países da União Europeia e a pressão para a sua subida é muito menor do que nos países do alargamento." – Manuel Pinho
4 – “Perdi o apoio dos professores, mas ganhei o dos portugueses” – Maria de Lurdes Rodrigues
5 - “A directora do Centro de Saúde de Vieira do Minho, Maria Celeste Cardoso, foi exonerada pelo ministro da Saúde por não ter retirado do centro um cartaz que apresentava declarações de Correia de Campos "em termos jocosos"
6 - “O Governo não pactua com sistemas de injustiça fiscal" e, por isso, propôs as alterações à lei em matéria de deficientes e de reformados.” – Teixeira dos Santos
7- “Nunca um Governo deixou tantas marcas de esquerda” – José Sócrates
Haveria outras maravilhas e chegaria rapidamente às 77, o Governo de José Sócrates é bastante pródigo em maravilhas. Ficam estas 7, que escolhi sem grande esforço de memória, neste que é, por coincidÊncia, o 777º post do país do Burro.

Etiquetas: 7 maravilhas, Governo das Pérolas, Post 777
Publicado por Filipe Tourais - Sábado, Julho 07, 2007 ++++++++++ 5 Comentários
domingo, julho 08, 2007
Os 7 Maravilhas de Portugal


Gentileza KAOS
Aproveito para felicitar o Kaos
e o seu maravilhoso blogue WEHAVEKAOSINTHEGARDEN
por ter alcançado o segundo lugar no evento "7 Maravilhas da Blogosfera".
PARABÉNS Kaos,
sei que não ligas muito a essas distinções
mas olha que a tua foi bem merecida.
E direi mesmo mais: o teu blogue é a 8ª. maravilha de Portugal!
Excelente!!!
e o seu maravilhoso blogue WEHAVEKAOSINTHEGARDEN
por ter alcançado o segundo lugar no evento "7 Maravilhas da Blogosfera".
PARABÉNS Kaos,
sei que não ligas muito a essas distinções
mas olha que a tua foi bem merecida.
E direi mesmo mais: o teu blogue é a 8ª. maravilha de Portugal!
Excelente!!!
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prémio "Tomates sem Blogue"
sábado, julho 07, 2007
sexta-feira, julho 06, 2007
Manifestação da CGTP, Guimarães - 5/Julho

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manifestação de 5 de Julho
quarta-feira, julho 04, 2007
Palhacitos e parlapatões

(...)
Palhaço
lacrimogénio
capacete de aço
Vocês existem
baionetas e chá com bolo
corporativas, clubes de mães
concursos de gatos e cães
cães de luxo -- para lamber
cães polícias -- polícias cães
para morder
barracas de lata para viver
salários de fome para sofrer
trapos, suor e lodo
amáveis conversas de casaca
e sobre as nossas cabeças
a matraca
palhaço lacrimogénio
capacete de aço
ah! não há dúvida
vocês continuam a existir
até ao raio que vos há-de partir
Ary dos Santos
Palhaço
lacrimogénio
capacete de aço
Vocês existem
baionetas e chá com bolo
corporativas, clubes de mães
concursos de gatos e cães
cães de luxo -- para lamber
cães polícias -- polícias cães
para morder
barracas de lata para viver
salários de fome para sofrer
trapos, suor e lodo
amáveis conversas de casaca
e sobre as nossas cabeças
a matraca
palhaço lacrimogénio
capacete de aço
ah! não há dúvida
vocês continuam a existir
até ao raio que vos há-de partir
Ary dos Santos
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terça-feira, julho 03, 2007
Pobreza franciscana!
mais um retrato do país das novas oportunidades
e dos novos oportunistas!
e dos novos oportunistas!
segunda-feira, julho 02, 2007
domingo, julho 01, 2007
Ai dá-me chutos! Dá-me chutos!
-- Me bate, me bate, me chama de vagabunda!
-- Mas p´ra quê, meu amorrrr, se já todo o mundo sabe!
-- Mas p´ra quê, meu amorrrr, se já todo o mundo sabe!
"Isto é normal em democracia as pessoas manifestarem-se"
(José Sócrates)
(José Sócrates)
Estes apupos são para mim mas os outros também os têm tido. Não há nenhuma presidência da União Europeia que não tenha tido os seus protestos. Isto faz parte da festa da música.
Morte da princesa Diana/Globalização
Uma princesa inglesa com um namorado egípcio, tem um acidente de carro dentro de um túnel francês, num carro alemão com motor holandês, conduzido por um belga, bêbado de whisky escocês, que era seguido por paparazzis italianos, em motos japonesas; a princesa foi tratada por um médico americano, que usou medicamentos brasileiros. E isto foi enviado para si por um Português, usando tecnologia americana (Bill Gates), e, provavelmente, está lendo isto num computador genérico que usa chips feitos em Taiwan, e num monitor coreano montado por trabalhadores de Bangladesh, numa fábrica de Singapura, transportado em camiões conduzidos por indianos, roubados por indonésios, descarregados por pescadores sicilianos, reempacotados por mexicanos e, finalmente, vendido a si por judeus, através de uma conexão paraguaia. Isto é, caros amigos, GLOBALIZAÇÃO!
Recebido por mail
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Princesa Diana
RJIES: menos do que a retirada não é nada!
Há coisas que me fazem espécie. Na sexta-feira passada, dia 28 era o dia em que era discutido e aprovado na Assembleia da República o Regime Jurídico das Instituições do Ensino Superior (RJIES), um perigoso conjunto de medidas que visa alterar as regras da autonomia das universidades públicas (ver texto do RJIES)
É certo que não cheguei lá à hora a que estava marcada a Manifestação contra o RJIES, mas assim que pude corri para lá julgando ir encontrar ainda muita gente por lá. Para meu espanto encontrei alguns alunos em protesto, um modesto acampamento de faixas e cartazes, com meia dúzia de estudantes. Incrédula fui contornando o edifício e, encontrei um pequena multidão na porta lateral de acesso às galerias. Depreendi que devia ser gente que já não teve lugar lá dentro. Sei que as galerias estiveram cheias. Mas cá fora não havia mais nada do que isto.
Para mim é incompreensível que um conjunto de leis com comprovado teor anti-constitucional seja aprovada assim, apesar de toda a contestação (ver aqui toda a discussão )
Onde estão as estruturas organizativas das pessoas, onde está a capacidade de mobilização de certos aparelhos partidários, onde estão as pessoas? Os alunos do ensino superior encontram-se em pleno período de exames finais e não podem organizar senão pequenas acções de protesto; as pessoas que se deslocaram à sessão da Assembleia num gesto cívico de protesto, não tiveram qualquer expressão nos meios de comunicação. Não vi uma só imagem das galerias da Assembleia; não sei se chegaram a haver protestos declarados e pessoas a ter que abandonar a sala, não sei se ninguém lá dentro se manifestou e se a sessão decorreu normalmente sem incidentes. Não sabemos absolutamente nada de o que lá se passou, só que o documento foi aprovado no Parlamento e que os estudantes vão continuar a protestar.
Por causa de todo esse branqueamento que as televisões fazem das notícias que não lhes agradam passar, seria muito importante que as pessoas se mobilizassem de forma a ser impossível ocultar a notícia. Se uma grande manifestação de gente tem estado frente à assembleia durante todo o tempo da sessão, até os senhores deputados terem que abandonar o edifício, se as pessoas ficassem lá de negro, a empunhar um cartaz ou um cravo, se tivessem aproveitado estarem ali reunidas para falar neste e noutros assuntos que as apoquentam, não teria sido possível aprovar este grave documento sem alarde.
Mas talvez haja algo a bloquear o sistema; talvez nos tenhamos já contentado em pedir pouco, em aceitar demais. O que eu sei é que poucos pediam a retirada da lei, e que a esmagadora maioria já só se contentava em pedir o seu adiamento. E o que eu acho, é que me parece mal que todos os que estão contra esta lei do ensino superior não tenham ido naquele dia para a frente da Assembleia, dar suporte aos que lá estavam dentro e a todos os que se têm mobilizado num esforço para deter este regime jurídico que vem afrontar o Ensino Superior Público, desmantelando-o numa estratégia de privatização de um dos pilares da nação: as universidades.
Quando digo todos refiro-me mesmo a todos os cidadãos, principalmente aos que em breve confiarão os seus educandos a uma universidade regida pelos princípios (ou falta deles) que uma gestão comprometida com os interesses económicos lhe quiser impor. Sei que existem várias petições contra o RJIES, sei que muitos se têm mobilizado para formar uma barreira à sua aplicação nas nossas universidades, mas nada de o que tem sido feito me parece bastante, por isso é tão importante continuar a assinar esta petição, onde desde sempre se pediu claramente aos deputados do PS a retirada e a reformulação desta proposta.
É certo que não cheguei lá à hora a que estava marcada a Manifestação contra o RJIES, mas assim que pude corri para lá julgando ir encontrar ainda muita gente por lá. Para meu espanto encontrei alguns alunos em protesto, um modesto acampamento de faixas e cartazes, com meia dúzia de estudantes. Incrédula fui contornando o edifício e, encontrei um pequena multidão na porta lateral de acesso às galerias. Depreendi que devia ser gente que já não teve lugar lá dentro. Sei que as galerias estiveram cheias. Mas cá fora não havia mais nada do que isto.
Para mim é incompreensível que um conjunto de leis com comprovado teor anti-constitucional seja aprovada assim, apesar de toda a contestação (ver aqui toda a discussão )
Onde estão as estruturas organizativas das pessoas, onde está a capacidade de mobilização de certos aparelhos partidários, onde estão as pessoas? Os alunos do ensino superior encontram-se em pleno período de exames finais e não podem organizar senão pequenas acções de protesto; as pessoas que se deslocaram à sessão da Assembleia num gesto cívico de protesto, não tiveram qualquer expressão nos meios de comunicação. Não vi uma só imagem das galerias da Assembleia; não sei se chegaram a haver protestos declarados e pessoas a ter que abandonar a sala, não sei se ninguém lá dentro se manifestou e se a sessão decorreu normalmente sem incidentes. Não sabemos absolutamente nada de o que lá se passou, só que o documento foi aprovado no Parlamento e que os estudantes vão continuar a protestar.
Por causa de todo esse branqueamento que as televisões fazem das notícias que não lhes agradam passar, seria muito importante que as pessoas se mobilizassem de forma a ser impossível ocultar a notícia. Se uma grande manifestação de gente tem estado frente à assembleia durante todo o tempo da sessão, até os senhores deputados terem que abandonar o edifício, se as pessoas ficassem lá de negro, a empunhar um cartaz ou um cravo, se tivessem aproveitado estarem ali reunidas para falar neste e noutros assuntos que as apoquentam, não teria sido possível aprovar este grave documento sem alarde.
Mas talvez haja algo a bloquear o sistema; talvez nos tenhamos já contentado em pedir pouco, em aceitar demais. O que eu sei é que poucos pediam a retirada da lei, e que a esmagadora maioria já só se contentava em pedir o seu adiamento. E o que eu acho, é que me parece mal que todos os que estão contra esta lei do ensino superior não tenham ido naquele dia para a frente da Assembleia, dar suporte aos que lá estavam dentro e a todos os que se têm mobilizado num esforço para deter este regime jurídico que vem afrontar o Ensino Superior Público, desmantelando-o numa estratégia de privatização de um dos pilares da nação: as universidades.
Quando digo todos refiro-me mesmo a todos os cidadãos, principalmente aos que em breve confiarão os seus educandos a uma universidade regida pelos princípios (ou falta deles) que uma gestão comprometida com os interesses económicos lhe quiser impor. Sei que existem várias petições contra o RJIES, sei que muitos se têm mobilizado para formar uma barreira à sua aplicação nas nossas universidades, mas nada de o que tem sido feito me parece bastante, por isso é tão importante continuar a assinar esta petição, onde desde sempre se pediu claramente aos deputados do PS a retirada e a reformulação desta proposta.
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