Mostrar mensagens com a etiqueta intervenção da CDEP. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta intervenção da CDEP. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, abril 08, 2009

PASSA PALAVRA: «Entrevista com Carmelinda Pereira (CDEP)» + Debate Público 18/Abr, 15h, Teatro da Comuna

PASSA PALAVRA: «Entrevista com Carmelinda Pereira (CDEP)»

PARA LER AQUI


O Passa Palavra organiza, em Lisboa, no próximo dia 18 de Abril (sábado) entre as 15h e as 18h, uma mesa-redonda e debate, aberta ao público, sobre o tema “A luta dos professores e a defesa da Escola Pública”. Nele estarão presentes sete convidados: António Avelãs, presidente do SPGL; Sérgio Niza, do MEM (Movimento da Escola Moderna); Mário Machaqueiro, da APEDE (Associação de Professores e Educadores em Defesa do Ensino); Carmelinda Pereira, da CDEP (Comissão para a Defesa da Escola Pública); Jaime Pinho, do MEP (Movimento pela Escola Pública); Octávio Gonçalves, do PROMOVA (Professores - Movimento de Valorização); e Ilídio Trindade, do MUP (Mobilizar e Unir os Professores). O debate, moderado pela professora universitária Rita Delgado, será gravado e dele extraído um dossiê a publicar no Passa Palavra. Este evento acontecerá no Teatro da Comuna (Praça de Espanha). Passa Palavra

http://passapalavra.info/

segunda-feira, fevereiro 16, 2009

DECLARAÇÃO em defesa da Marcha Nacional pela Educação - ASSINEM ONLINE

Caros

Esta declaração saiu de uma reunião de professores e educadores realizada no dia 11/Fev no Alto da Barra, em Oeiras, no âmbito do projecto Coordenação de Escolas de Oeiras/Cascais.

Acrescentaram-se as propostas de um grupo de professores que se reuniu no Barreiro, os quais apoiam e subscrevem esta declaração.

Propõe-se que seja lida, subscrita e divulgada junto de todos os implicados no processo educativo a fim de através dela se reforçarem e reafirmarem os princípios que assistem à defesa unida da Escola Pública portuguesa.

Pel' A CDEP

Paula Montez

DECLARAÇÃO em defesa da "Marcha Nacional pela Educação" (leia AQUI)

(SUBSCREVA ONLINE)


sexta-feira, janeiro 23, 2009

Mensagem da CDEP aos deputados e grupos parlamentares da AR

Mensagem da CDEP aos deputados e grupos parlamentares da AR:

Exmo(a)s. senhore(a)s deputado(a)s e Grupos Parlamentares,

A Comissão de Defesa da Escola Pública (CDEP) envia em anexo a documentação relativa à sua Delegação à Assembleia da República em 2007.

Apelamos a todas as senhoras e senhores deputados, e aos grupos parlamentares, para que hoje a votação na Assembleia da República do Projecto de Lei do CDS-PP AR seja favorável à suspensão imediata da Lei da Avaliação do Desempenho Docente. Esta lei absurda e burocrática, da responsabilidade desta equipa ministerial, foi tornada ainda mais absurda pela versão "simplex" entretanto revogada pelo senhor Presidente da República.


Além do direito que os professores e todos os outros sectores profissionais têm a defender os seus direitos e a sua dignidade, trata-se também de defender a escola pública portuguesa e de reestabelecer a normalidade nas escolas.

A CDEP não partilha da convicção que a luta dos professores é uma luta politicamente oportunista, contra o governo, como alguns governantes e alguns meios de comunicação têm procurado difundir. Esta luta é bem mais do que isso: é uma luta contra as políticas educativas que, mesmo ainda numa fase insipiente, se têm revelado penosas para os profissionais e lesivas para a escola pública democrática e para o futuro das novas gerações.

Estes documentos são prova como esta luta não é de hoje, não se prendendo a campanhas eleitorais nem a agendas políticas. É a luta dos professores e dos educadores em defesa da dignidade e da credibilidade da escola pública portuguesa.

Cada dia que passa é um passo atrás para a criação de condições favoráveis à melhoria do Ensino em Portugal.

Cumprimentos

Pela CDEP

Maria Paula Montez
(encarregada de educação)

VER DOCUMENTOS ENVIADOS AQUI

quarta-feira, janeiro 14, 2009

Intervenção da CDEP

CDEP - Reunião 14/01, 18h, Liga de Algés + resoluções aprovadas



Reunião da CDEP, quarta-feira, dia 14 de Janeiro, pelas 18 horas, na Liga dos Melhoramentos e Recreios de Algés (LMRA), situada na Rua Ernesto da Silva, nº 95, r/c, em Algés.

mais informações aqui

CONSULTE OS DOCUMENTOS

terça-feira, dezembro 02, 2008

Carta aberta aos encarregados de educação

Esta carta aberta foi elaborada numa reunião de professores, educadores e encarregados de educação, realizada por iniciativa da Comissão de Defesa da Escola Pública, no ano lectivo passado, em Algés. O seu objectivo era ser entregue aos pais nas reuniões de avaliação do final do 2º. período. No entanto, por motivos vários, na altura não chegou a acontecer.
Julgo que em alguns aspectos, se não todos, continua a ser pertinente a sua divulgação, mais que não seja para ajudar os professores no dia da greve (3 de Dezembro) a colocarem correctamente as questões, advertindo os pais e ee para a situação que se coloca aos professores e à escola pública.


Carta aberta aos encarregados de educação

Os professores e educadores estão em luta pela defesa da Escola Pública ! Neste momento delicado do ano escolar, quando a actividade lectiva está em pleno, quando decorre um processo de avaliação dos alunos em que a máxima serenidade deveria pontuar, os professores e educadores estão profundamente inquietos com o futuro da Escola Pública. O Governo e os meios de Comunicação Social querem fazer crer à opinião pública que as recentes manifestações de professores e educadores visam reivindicações laborais egoístas e, muito concretamente, que os professores se recusam a ser avaliados. TAL NÃO CORRESPONDE À VERDADE ! Efectivamente, os professores sempre têm sido avaliados: avaliados pelas provas prestadas, pelo trabalho diariamente desenvolvido e pelos resultados obtidos ; avaliados pelas acções de formação permanente que frequentam e as provas a que aí se sujeitam ; avaliados pelos colegas, pelos funcionários, pelas direcções das escolas e pelos serviços de inspecção do Ministério da Educação ; avaliados, ainda, pelos encarregados de educação que, em permanência, podem acompanhar a actividade desenvolvida pela escola junto dos seus educandos. Para compreendermos a actual situação é necessário perceber que, mais do que um direito à educação e à instrução, a Escola Pública é um dever que envolve o Estado e os cidadãos. O Estado tem, por esse motivo, a pesada obrigação de promover e manter uma Escola Pública com o máximo de ambição e qualidade. Por sua vez, os cidadãos – obrigados que são a frequentar a escola – têm todo o direito de exigir do Estado uma Escola onde as novas gerações possam beneficiar de uma vasta e segura formação que as capacite para o exercício pleno de uma vida adulta em sociedade. Como profissionais do ensino – além de encarregados de educação e de cidadãos atentos que também são – os professores apercebem-se, em primeira linha, dos principais problemas que afectam a Escola e, desde sempre, têm vindo a alertar o Ministério para o tipo de mudanças que julgam ser as mais necessárias. O Ministério da Educação, para além de não ouvir os professores, tem vindo a pôr em prática, desde há muito, reformas que, apesar de terem alterado substancialmente a vida das escolas, nunca foram devidamente avaliadas. Além disso, de há três anos para cá, o Ministério da Educação, confrontado com os fracos resultados obtidos pelos alunos, em comparação com os de outros países – e numa lógica baseada no cumprimento da agenda de Lisboa e dos prazos impostos pela União Europeia (2013) – achou por bem atribuir aos professores a responsabilidade pelo grave estado da educação em Portugal. É nesta linha que se insere uma avaliação do desempenho burocrática, penalizadora e hipócrita que apenas impede a progressão na carreira. O seu objectivo não é o verdadeiro sucesso escolar dos alunos, mas apenas produzir boas estatísticas em termos internacionais. Estas medidas integram-se ainda num plano de contenção de despesas (encerramento de escolas, transferências de responsabilidades de gestão para os Municípios, medidas contra o ensino especial, etc.) de que só pode resultar a degradação da Escola Pública. As leis aprovadas (o Estatuto da Carreira Docente, o novo Estatuto do Aluno, as alterações ao regime do Ensino Especial, a alteração do modelo de gestão das escolas, o recurso a empresas para o fornecimento, em regime de trabalho precário, de monitores das Actividades de Enriquecimento Curricular no 1º Ciclo, a Escola a Tempo Inteiro, o programa Novas Oportunidades) apontam para a preparação de indivíduos para o mercado de trabalho precário, submissos e conformados a uma sociedade não democrática. Os professores estão hoje unidos em defesa da Escola Pública, a única escola que, efectivamente, pode formar cidadãos emancipados e à qual todos, ricos ou pobres, têm garantido o acesso. Apelamos assim aos encarregados de educação que juntem a sua voz à nossa para que, conjuntamente, saibamos definir os caminhos que levem à concretização de uma melhor escola para todos.

Esta carta aberta foi elaborada numa reunião de professores, educadores e encarregados de educação,
realizada por iniciativa da Comissão de Defesa da Escola Pública, no passado dia 15 de Março (2008), em Algés.

sábado, novembro 15, 2008

CDEP na Manifestação de 15/Novembro


PONTO DE ENCONTRO DA CDEP na MANIFESTAÇÃO DE 15/NOVEMBRO

(para o desfile na manifestação):

Rua Braamcamp: Esquina norte com o Marquês de Pombal (às 14 horas)

Mais informações no Blogue da CDEP

sábado, novembro 08, 2008

CDEP na Manifestação de 8/Novembro


Categoria só há uma: Professor e mais nenhuma!

Revogação do ECD do ME e do seu Decreto-lei da avaliação docente!

Todos juntos numa só LUTA!

Retirada da assinatura no “Memorando de entendimento” com o ME!

Já mais de 400 professores, educadores e encarregados de educação de mais de 100 escolas de todo o país (do Minho aos Açores) assinaram uma moção com estas palavras de ordem.

Tal como é dito na moção, “a retirada da assinatura no Memorando com o ME, por parte das organizações sindicais, significará para todos os docentes a quebra de todo e qualquer compromisso de entendimento com a equipa do ME, dando assim um poderoso sinal de confiança a todos quantos apostam na realização da unidade com as nossas organizações sindicais, na base das reivindicações do conjunto dos docentes.”

Um membro da Direcção do SPGL declarou: «A Fenprof e a Plataforma estarão no dia 8 para afirmar que rejeitam este ECD, a divisão da carreira e este modelo de avaliação, defendendo a saída da comissão paritária (o fim do Entendimento), a rejeição do novo modelo de concursos e da nova Gestão dos Directores/Reitores. Não cedemos a chantagens e não haverá negociações possíveis. (…) A nossa desobediência colectiva será impossível de controlar.»

Os membros da CDEP empenhar-se-ão, com os professores, os outros trabalhadores do ensino, os pais e os estudantes, para a concretização destes objectivos.

Assina a moção em http://www.PetitionOnline.com/mocaoecd/petition.html


Deixem-nos ser professores! Deixem os professores ensinar!

Mais do que nunca, a complexidade da vida social, bem como a revolução operada nos meios de comunicar e de aceder à informação, exige que o processo escolar e educativo seja assumido por equipas pedagógicas, onde o profissionalismo e o sentido de responsabilidade são uma exigência constante.

É a partir delas que tem que ser assegurado um ambiente de tranquilidade, de liberdade e de rigor, propiciador de boas aprendizagens. Nesse ambiente os alunos serão o centro de toda a actividade desenvolvida na escola, mas a pedra angular da mesma são, essencialmente, os seus professores e educadores.

O Ministério da Educação impôs a divisão dos docentes em categorias, retirou-lhes a liberdade de ensinar e de aprender, impôs-lhes constrangimentos de toda a ordem, a partir de um processo de avaliação impossível de cumprir e de aceitar, a par com o agravamento das condições de trabalho, com turmas mais numerosas e sem apoios especializados para responder a todos os alunos.

A ofensiva é sobre os docentes e as suas consequências nefastas recaem sobre os alunos.

Por isso, os 100 mil, no passado dia 8 de Março gritámos: “Deixem-nos ser professores!”

De novo esta mobilização é retomada, exigindo – com todos os sindicatos e todos os movimentos de professores – a suspensão imediata do modelo de avaliação, a revogação do ECD e o restabelecimento da gestão democrática das escolas.

A CDEP está com os professores e educadores, nesta mobilização, e considera que dela decorre a exigência – expressa por milhares de docentes – de retirada da assinatura da Plataforma sindical no Memorando de entendimento com o ME.

segunda-feira, julho 21, 2008

Intervenção da CDEP

Imagem Kaótica

Está a ser publicado no blogue da Comissão de Defesa da Escola Pública (CDEP) o Boletim resultante do Encontro de 19/Abril (leia aqui)

Aconselha-se a sua leitura a quem se preocupa com o Ensino
e/ou a quem o Ensino preocupa.
Blog Widget by LinkWithin