PASSA PALAVRA: «Entrevista com Carmelinda Pereira (CDEP)»
"Todo indivíduo tem direito à liberdade de opinião e de expressão, o que implica o direito de não ser inquietado pelas suas opiniões e o de procurar, receber e difundir, sem consideração de fronteiras, informações e idéias por qualquer meio de expressão."
Caros
Esta declaração saiu de uma reunião de professores e educadores realizada no dia 11/Fev no Alto da Barra, em Oeiras, no âmbito do projecto Coordenação de Escolas de Oeiras/Cascais.
Acrescentaram-se as propostas de um grupo de professores que se reuniu no Barreiro, os quais apoiam e subscrevem esta declaração.
Propõe-se que seja lida, subscrita e divulgada junto de todos os implicados no processo educativo a fim de através dela se reforçarem e reafirmarem os princípios que assistem à defesa unida da Escola Pública portuguesa.
Pel' A CDEP
DECLARAÇÃO em defesa da "Marcha Nacional pela Educação" (leia AQUI)
Mensagem da CDEP aos deputados e grupos parlamentares da AR:
Reunião da CDEP, quarta-feira, dia 14 de Janeiro, pelas 18 horas, na Liga dos Melhoramentos e Recreios de Algés (LMRA), situada na Rua Ernesto da Silva, nº 95, r/c, em Algés.
PONTO DE ENCONTRO DA CDEP na MANIFESTAÇÃO DE 15/NOVEMBRO
(para o desfile na manifestação):
Rua Braamcamp: Esquina norte com o Marquês de Pombal (às 14 horas)
Mais informações no Blogue da CDEP

Categoria só há uma: Professor e mais nenhuma!
Revogação do ECD do ME e do seu Decreto-lei da avaliação docente!
Todos juntos numa só LUTA!
Retirada da assinatura no “Memorando de entendimento” com o ME!
Já mais de 400 professores, educadores e encarregados de educação de mais de 100 escolas de todo o país (do Minho aos Açores) assinaram uma moção com estas palavras de ordem.
Tal como é dito na moção, “a retirada da assinatura no Memorando com o ME, por parte das organizações sindicais, significará para todos os docentes a quebra de todo e qualquer compromisso de entendimento com a equipa do ME, dando assim um poderoso sinal de confiança a todos quantos apostam na realização da unidade com as nossas organizações sindicais, na base das reivindicações do conjunto dos docentes.”
Um membro da Direcção do SPGL declarou: «A Fenprof e a Plataforma estarão no dia 8 para afirmar que rejeitam este ECD, a divisão da carreira e este modelo de avaliação, defendendo a saída da comissão paritária (o fim do Entendimento), a rejeição do novo modelo de concursos e da nova Gestão dos Directores/Reitores. Não cedemos a chantagens e não haverá negociações possíveis. (…) A nossa desobediência colectiva será impossível de controlar.»
Os membros da CDEP empenhar-se-ão, com os professores, os outros trabalhadores do ensino, os pais e os estudantes, para a concretização destes objectivos.
Assina a moção em http://www.PetitionOnline.com/mocaoecd/petition.html
Deixem-nos ser professores! Deixem os professores ensinar!
Mais do que nunca, a complexidade da vida social, bem como a revolução operada nos meios de comunicar e de aceder à informação, exige que o processo escolar e educativo seja assumido por equipas pedagógicas, onde o profissionalismo e o sentido de responsabilidade são uma exigência constante.
É a partir delas que tem que ser assegurado um ambiente de tranquilidade, de liberdade e de rigor, propiciador de boas aprendizagens. Nesse ambiente os alunos serão o centro de toda a actividade desenvolvida na escola, mas a pedra angular da mesma são, essencialmente, os seus professores e educadores.
O Ministério da Educação impôs a divisão dos docentes em categorias, retirou-lhes a liberdade de ensinar e de aprender, impôs-lhes constrangimentos de toda a ordem, a partir de um processo de avaliação impossível de cumprir e de aceitar, a par com o agravamento das condições de trabalho, com turmas mais numerosas e sem apoios especializados para responder a todos os alunos.
A ofensiva é sobre os docentes e as suas consequências nefastas recaem sobre os alunos.
Por isso, os 100 mil, no passado dia 8 de Março gritámos: “Deixem-nos ser professores!”
De novo esta mobilização é retomada, exigindo – com todos os sindicatos e todos os movimentos de professores – a suspensão imediata do modelo de avaliação, a revogação do ECD e o restabelecimento da gestão democrática das escolas.
A CDEP está com os professores e educadores, nesta mobilização, e considera que dela decorre a exigência – expressa por milhares de docentes – de retirada da assinatura da Plataforma sindical no Memorando de entendimento com o ME.
Uma utopia é uma possibilidade que pode efectivar-se no momento em que forem removidas as circunstâncias provisórias que obstam à sua realização. (Robert Musil)
Não ao novo Tratado europeu!
Revogação de todos os tratados!
Revogação do Tratado de Maastricht-Amesterdão,
Defesa e reconquista dos direitos e garantias
contidos nas legislações de cada um dos nossos países!