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domingo, novembro 29, 2009

O Pafúncio apoia a PAGAN na causa anti-guerra, anti-NATO


Afinal quem é favorável à guerra? Ninguém é a favor da guerra!

A PAGAN – Plataforma Anti-Guerra, Anti-NATO convida os autores de blogues a visitar o nosso blogue, a fim de conhecerem os objectivos anti-militaristas que movem esta plataforma e a tomarem parte activa nesta campanha, integrando e participando nas acções desenvolvidas.

Caso estejam de acordo com esta causa anti-militarista, podem enviar o vosso contacto e o vosso acordo para o nosso mail

antinatoportugal@gmail.com

ou deixando um comentário neste post com o link do blogue apoiante.

O blogue ANTI-GUERRA, ANTI-NATO passa então a integrar um link para o vosso blogue e este poderá exibir o logo da PAGAN e o nosso link no banner.

Os objectivos programáticos e plano de actividades — serão discutidos na nossa próxima Assembleia, na qual vos convidamos desde já a participar (por favor deixem um comentário caso tenham interesse em estar presentes):

Assembleia PAGAN
1º de Dezembro 2009, com início às 15 h. no Ateneu Libertário de Lisboa,
R. do Salitre, 139 1º Lisboa

Metro: Rato ou Avenida

Saudações anti-militaristas,

PAGAN – Blogue ANTI-GUERRA, ANTINATO

(para mais informações: Contacto: 967636341)


segunda-feira, maio 25, 2009

Por que apoio a lista do POUS...


Começa hoje oficialmente o período de campanha eleitoral das listas candidatas às Eleições para o Parlamento Europeu.

Julgo ser esta boa altura de afirmar perante todos os que aqui vêm que a autora deste blogue apoia a Lista do POUS.

Em primeiro lugar porque é uma lista que se candidata com o objectivo de usar os meios à sua disposição para continuar a desenvolver a sua campanha a favor da proibição dos despedimentos;

Em segundo lugar porque um partido organizado como é o Partido Operário de Unidade Socialista (secção portuguesa da IVª. Internacional), não hesitou em integrar na sua lista candidatos que não sendo militantes do POUS, partilham no essencial do mesmo entendimento, dando assim voz à RUE (Comissão Nacional pela Ruptura com a União Europeia).

A ruptura com as instituições da União Europeia impõe-se por nunca o povo português ter sido consultado em nenhum momento, desde a adesão à CEE à assinatura do Tratado de Lisboa.

Entretanto abrem-se as televisões, ligam-se os rádios e nunca se ouviu tanto falar da União Europeia. Apressadamente procura-se fingir que um verdadeiro debate está a ser posto em prática, mas os mais atentos hão-de se aperceber que a Democracia não passa também ela cada vez mais de uma fachada: todos os dias os grandes partidos têm oportunidade de desenvolver a sua campanha, por todos os meios que lhes são facultados. Neste momento cada cabeça-de-lista dos cinco maiores partidos tem sempre disponibilizado um jornalista que lhe segue todos os passos. Os telejornais mostram as suas incursões por feiras e passeios pelo país; os debates para eles sucedem-se e até o forum TSF a partir de hoje os tem ao dispor para responderem às perguntas dos portugueses.

Pergunto: que equidade há nesta campanha eleitoral? Que igualdade de oportunidades têm os candidatos dos chamados "pequenos partidos"? -- já para não falar da desigualdade dos financiamentos para a campanha. Mesmo assim, e apesar dessa desigualdade na forma de tratamento da informação de uns e outros, vale a pena que outros projectos se façam ouvir, por todos os meios. Se não têm direito a um Prós e Contras exclusivo para dar expressão às ideias e aos programas dos "pequenos partidos", que usem então os tempos de antena que lhes são atribuídos por lei e que saiam para a rua a comunicar directamente com as pessoas.

O POUS é um "pequeno partido" mas é um partido que tem propostas bem definidas para alterar as políticas económicas, sociais e culturais decorrentes do sistema capitalista. É um partido que propõe outro sistema e que afirma perentoriamente que sem a ruptura com a União Europeia não há forma de pôr em prática uma acção conducente a um sistema verdadeiramente socialista. Isto que temos como governo não é socialismo, é apenas uma nuance neoliberal que não faz senão colocar em prática as políticas de inspiração capitalista da era da globalização.

Mais que não seja é uma forma de dar livre expressão a uma verdadeira alternativa ao sistema capitalista que todos os grandes partidos procuram por todos os meios desenvolver ou segurar.


sexta-feira, fevereiro 27, 2009

Ana Gomes mais próxima do que nunca do primeiro, quase segunda!

Kaótica

PS

Ana Gomes espera abertura no Congresso do PS para ouvir vozes criticas



No congresso do PS, Ana Gomes espera que haja abertura para ouvir vozes criticas e ainda que considere que nesta altura é muito importante obter uma convergência de pontos de vista, confessa sentir-se cada vez mais próxima do primeiro-ministro, José Sócrates.


Oiça Ana Gomes dizê-lo por sua própria voz

Jornalista Teresa Dias Mendes ouviu a posição de Ana Gomes

A socialista Ana Gomes mantém o espírito crítico e noutras circunstâncias talvez tivesse contribuído para redigir uma moção política alternativa, mas a crise exige a todos um esforço de convergência.

Ana Gomes que não vai, portanto, levar nenhuma moção ao Congresso do PS, confessa cinco anos depois que está muito próxima de Sócrates.

«Isso resulta da avaliação positiva que faço globalmente da acção do Governo e das qualidades que vi o primeiro-ministro José Sócrates ter e das competências que vi crescer ao longo destes anos de governação», considera.

… (ler tudo)

A Ana Gomes é conhecida por ter uma postura crítica e exigente mas o seu medo de perder o emprego de deputada na união europeia é tão grande que não lhe resta senão pôr-se publicamente de cócoras diante do primeiro-ministro e passar-lhe a mão pelo pêlo. São posturas que se assumem nesta vida e é preciso não esquecer as contingências da crise. Segundo a própria, “a crise exige a todos um esforço de convergência.” Por isso Ana Gomes não hesita em convergir e promete ficar quieta, deixar a sua postura crítica e exigente de lado, não apresentar moções e deixar passar, que é o mesmo que se deixar ir. Diz que “está (agora) muito próxima de Sócrates” (note-se que não é uma questão de sentir que Sócrates cada vez se aproxima mais dos seus pontos de vista e das coisas que diz defender)…! Não! Ela é que deixou as suas convicções de parte, fintou os seus princípios e prefere seguir o líder e defender a organização incondicionalmente, leia-se defender o seu tacho ou fazer-se ao piso para outro ainda melhor. É o que todos da sua laia estão a fazer neste momento.

Eis a deixa para chegar mesmo ao elogio e à bajulação: “avaliação positiva global da acção do governo”! “as qualidades que vi o senhor primeiro-ministro José Sócrates ter e das competências que (lhe viu) crescer”!

Avaliação positiva, Ana Gomes? O modo como o país está a responder à crise é disso exemplo: como avaliarão este governo todos os desempregados deste país?

Qualidades do primeiro-ministro? – ser mentiroso compulsivo, e teimoso, e arrogante, e peixeira, e puta ofendida, e tratante, e falsário, e ter esperteza saloia, e ser fingido, e ser vaidoso, e ser convencido e ser vendido e falso à nação.

Competências sim: de ministro do ambiente a engenheiro de sanitários com diploma reconhecido pela Universidade Independente, isso sim, todos as vimos crescer e também às falcatruas.


Dedico este poema à Ana Gomes e ao José Sócrates

sábado, janeiro 03, 2009

PROTESTOS EM LISBOA CONTRA O MASSACRE DE GAZA

Citação de: www.resistir.info


Acções de protesto contra o massacre da população de Gaza:

Dia 5 de Janeiro, Largo de S. Domingos (Rossio), 18 horas

Dia 8 de Janeiro, Embaixada de Israel, 17 horas


Estas acções estão a ser convocadas e organizadas pela CGTP, Comité de Solidariedade com a Palestina, Conselho para a Paz, Tribunal Iraque, MDM, Bloco de Esquerda, Associação Abril, FER, Colectivo Rubra, Política Operária, SOS Racismo, Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente, Jornal Gueto, Colectivo Mumia Abu-Jamal, SPGL e outras entidades.
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