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sábado, setembro 13, 2008

Delegação sindical à Comissão Europeia

Comissão Nacional pela Ruptura com a União Europeia

13 de Setembro, às 16 horas, na Biblioteca-Museu República e Resistência,

RUA ALBERTO DE SOUSA, Nº 31, EM LISBOA

(AO CIMO DA RUA DA BENEFICÊNCIA)


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Na reunião do próximo sábado, em Lisboa – para a constituição de uma Comissão Nacional pela ruptura com a União Europeia – será também comunicado o resultado desta delegação e tomadas decisões para desenvolver em Portugal a continuidade deste processo. A diversidade dos membros que compõem esta delegação e a exigência dirigida à Comissão Europeia são demonstrativas da sua importância:


Hoje (12/09/2008) uma delegação de 18 dirigentes sindicais e militantes políticos, de 9 países, deslocou-se à Comissão Europeia, para exigir desta a anulação das sentenças do Tribunal Europeu de Justiça sobre os casos Laval, Viking e Rüffert, no seguimento do Encontro europeu de Estocolmo, realizado a 25 de Maio. (ver documento)

A delegação vai ser recebida em Bruxelas pelo secretário de Vladimir Spidla, Comissário europeu para o Emprego, os Assuntos Sociais e a Igualdade de Oportunidades.

A sua composição é a seguinte:

Irlanda – 2 membros do Sindicato da Construção Civil e 2 do Sindicato dos Electricistas

Bélgica – O presidente da FGTB Liège-Huy-Waremme e o Coordenador do Movimento de Defesa dos Trabalhadores Belgas

Suécia – O presidente do Movimento «Não à União Europeia», um membro da Direcção nacional do Sindicato dos Transportes da LO (a título pessoal) e o Secretário da região de Estocolmo do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil (também membro da Direcção nacional deste sindicato)

Grã-Bretanha – Um membro do Sindicato dos Padeiros

Dinamarca – Um membro da Direcção do Sindicato da Construção Civil

França – Dois membros da Aliança Europeia dos Trabalhadores e dois membros do Partido Operário Independente

Alemanha – 3 membros da Comissão operária do Partido Social-Democrata alemão (SPD) ligados ao sector da Metalurgia, das Minas e dos Serviços Públicos

Espanha – Um membro da Federação UGT dos Serviços Públicos

Suíça – Um deputado ao Conselho Nacional da Federação Suíça, membro do PS.



quinta-feira, setembro 11, 2008

Comissão de ruptura com a UE, pela União Livre das Nações Soberanas da Europa

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A reunião onde se formalizará a constituição desta comissão vai ter lugar no próximo dia 13 de Setembro (sábado), pelas 16 horas, na Biblioteca-Museu República e Resistência, situada na RUA ALBERTO DE SOUSA, Nº 31, EM LISBOA (AO CIMO DA RUA DA BENEFICÊNCIA).


Podem subscrever este apelo enviando os vossos dados para opafuncio@gmail.com


NÃO À UNIÃO EUROPEIA!

UNIÃO LIVRE DAS NAÇÕES SOBERANAS DA EUROPA!


O povo da Irlanda disse “Não!”.

Disse “Não!” no referendo ao Tratado de Lisboa.

O povo da Irlanda disse “Não!” à ditadura das instituições da União Europeia:

- Que impede os pescadores, os agricultores e os pequenos camionistas de sobreviverem;

- Que ataca todos os trabalhadores, destruindo a contratação colectiva e todos os direitos laborais, através de directivas (como o novo Código do Trabalho) e de sentenças do Tribunal Europeu de Justiça;

- Que impõe o desmantelamento dos serviços públicos, nomeadamente, na Saúde, no Ensino e na Segurança social;

- Que ataca a democracia e a soberania nacionais.

O povo da Irlanda disse “Não!”, tal como os pescadores de França ao declararem: “Abaixo a ditadura da União Europeia!”; tal como o afirmaram os povos francês e holandês, ao votarem “Não!” no referendo à “Constituição” Europeia, em Maio de 2005.

Como eles, o povo português tem o direito de poder expressar-se, através de um referendo, para dizer não ao processo de destruição da Nação portuguesa.

Nós, militantes e trabalhadores de Portugal, subscritores deste apelo, afirmamos: para defender todas as conquistas de Abril, para inverter este processo destrutivo, não há nada de mais urgente que romper com a União Europeia, abrindo a via à construção da UNIÃO LIVRE DAS NAÇÕES SOBERANAS DA EUROPA.

Consideramos que todos quantos se reclamam da defesa das conquistas de Abril e de uma vida digna para a população portuguesa – militantes, organizações e partidos – devem poder associar-se a esta batalha comum.

Apelamos à constituição de uma Comissão Nacional pela ruptura com a União Europeia.

Os primeiros subscritores:

Aires Rodrigues; Daniel Gatoeiro (op. químico Mª Grande); Nelson Matos (op. químico Mª Grande); Celso Martins (op. químico Mª Grande); José Simões (op. vidreiro Mª Grande); Aurélio Marques (op. vidreiro Mª Grande); Arsénio Cerejo (op. vidreiro Mª Grande); Fernando Simões (op. vidreiro Mª Grande); Adélia Gatoeiro (opª. vidreira, Delg. sindical Mª Grande); Vírgilio Guerra Marques (designer Mª Grande); Isabel Pedro (empr. Cartonagem Mª Grande); José Caiado Galego (empres. Moldes Mª Grande); Vítor Braga Pontes (lapidário Mª Grande); Prudência Videira (profª Ens. Sec. Mª Grande); Mª João Gomes (secret. Adm. Mª Grande); Luís Ferreira da Silva (pequeno empres. Bajouca, Leiria); Manuel dos Santos (pedreiro Bajouca, Leiria); Paulo Azevedo Ferreira (empreg. comercial Monte Redondo, Leiria); Vítor Santos (empres. restauração Praia do Pedrógão, Leiria); Mª de Fátima Coutinho (empresª. restauração Praia do Pedrógão, Leiria); Cristino Paulo (Assembleia de freguesia de Alfarelos, vereador independente); Carmelinda Pereira; Isabel Salsinha (func. pública); Luísa Cintrão (professora); Joaquim Pagarete (professor); Paula Montez (enc. de educação); Carlos Melo (bancário); Santana Henriques (Círculo de Leitores); Vítor Amaral (func. público); António Katchi (professor, Macau); Maria da Luz Oliveira (professora); Carlos Aguiar (biólogo); Fernanda Carvalho Silva (professora); Catarina Pedrosa (professora); Cláudia de Sá Pereira (professora); Helena Carvalho (func. pública); António Serra (analista-programador); Adélia Gomes (professora); Maria Cândida Barros (professora); Lourdes Coelho (professora); Ema Fogaça (professora); Joana Tavares Vargas (educ. infância); José Jorge Leitão (professor); Manuela Leitão (educ. infância); Marcelina Nogueira (reformada); Maria João (doméstica); Manuel Pereira (pedreiro); Diogo Nogueira (emp. mesa); J. E. (bancário); José Nogueira (emp. balcão); Maria Nogueira (doméstica); Naida Rebelo (func. parlamentar); Paulo Tremoceiro (func. público); Maria Stela Cavaco (func. pública ap.); Sílvia Cavaco (técnica informática); Eugénio Boiça (op. vidreiro Mª Grande); Irene Pinto (opª. vidreira Mª Grande); Antero Rodrigues (vidreiro ref.); Adelina de Sousa (vidreira ref.); Joaquim santos (vidreiro ref.); José Anjo (vidreiro ref.); Celeste Neto; Armando Costa (trab. indep.); Elsa Lino (secret. comercial); Joaquim Panacho (op. moldes, Mª Grande); Aníbal Lino (ref.); Helena Lino (refª.); Vladimir Rodrigues (pintor); Margarida Pagarete (estudante); Isabel Reinhards (refª); André Genage (func. público); Ana Paula Medeiros (professora); Anabela Alves (professora); Mª LaSalette Arcas Silva (professora); Mª Isabel Pires (dirig. SPGL); Vítor Lopes (Mª Grande); Hermínio Freitas Nunes (indústria Mª Grande); Mª Vitória Martins (desempregada Mª Grande); Nídia Veríssimo (desempregada Mª Grande); Mª Eugénio Diogo Coelho (Mª Grande); Carla Coelho Gonçalves (Mª Grande); Américo Rosa (reformado Mª Grande); José Manuel Rodrigues (reformado Mª Grande); José João Manuel (reformado Mª Grande); António Dinis (reformado Mª Grande).

domingo, janeiro 13, 2008

"O meu compromisso é com a Europa" (José Sócrates)

No parlamento Jerónimo de Sousa perguntou a Sócrates, a propósito da ratificação parlamentar em vez do prometido referendo, se o seu compromisso era com o povo português ou se era com os seus pares da união europeia. Em resposta Sócrates afirmou perentoriamente:

“O meu compromisso é com a Europa!”

Pela primeira vez disse a verdade: o compromisso de Sócrates é com a Europa, não é com o povo português que votou nele. Irá votar outra vez? Com a verdade me enganas, diz a voz popular. Quando já ninguém acredita nele, Sócrates vem dizer a verdade e reconsiderar.

(É que não sei se já entendemos que estes senhores não têm escrúpulos e são capazes de tudo em nome da Europa que os comanda. Somos pois lacaios da Europa, a honra de cumprir uma promessa eleitoral feita ao povo português nada vale para os senhores da Europa a quem o nosso governo precisa obedecer e honra já não lhe resta, tantas vezes tem sido perdida. Vergonha não têm: mantêm-se nos cargos por maiores que sejam as derrotas. Como vai agora Mário Lino levar para a frente este projecto que tanto desprezava e abominava?)

Sócrates veio dar a cara e tentou justificar a mudança de planos do governo em relação à ideia de construir o novo aeroporto de Lisboa em Alcochete mas já não conseguiu ser credível. Vendo bem ele mete os pés a falar, como se preparasse as melhores palavras para elaborar um discurso no qual ele próprio não acredita. Atrapalha-se, é trapalhão, tenta dissimular as trapalhadas, corrige-se mas não se emenda. Este voltar atrás vindo de quem vem cheira obviamente a tramóia. E se houvesse um plano para lançar a ideia de que o aeroporto era inevitavelmente para construir na OTA, mas já houvesse outro plano prévio de, a dada altura, localizar o aeroporto noutro sítio pré-determinado, que já ninguém pudesse contestar? Grandes negociatas: vendas de terrenos na OTA: tanto dinheiro! Compra e venda de terrenos na margem sul, tanto lucro! Quem vendeu uns? Quem comprou outros? Quantos mais negócios se vão ainda fazer à custa de um aeroporto por começar? Quem perdeu dinheiro? Quem vai ganhar com tudo isto? Seguir este rasto pode conduzir um dia à verdade.

Entretanto o melhor é apressar a coisa. Se não se despacharem com o aeroporto e não cumprirem os prazos a União Europeia já apareceu a berrar que não dá os fundos. O que quer dizer que o que é preciso é deitar mãos à obra, seja lá onde for o aeroporto, tem é que ir para a frente. Já sei qual vai ser a conversa: temos que cumprir os prazos, vai ser um destes ver se te avias.

Duas notícias bombásticas na mesma semana, assim se dividem os ânimos e as contestações para fazer passar ambas segundo a fórmula: duas graves medidas a dividir por duas polémicas mediáticas igual a uma só contestação e ficam tiradas duas hienas da cartola de uma vezada. Só que desta vez topou-se demasiado a farsola pois o truque é velho, as hienas perigosas postas à solta e os tratantes não são mágicos, são charlapalhões.

Ora o povo português faz-se de parvo mas não é parvo. Já viu que baixar o deficit só significa mais aumentos para ele pagar. E já nem se lembra de quantos ministros já ouviu decretar o fim da crise. Por isso já não acredita em nada nem em ninguém, nem na sua própria vontade de se revoltar. As medidas tomadas não são para agora, são para dar frutos no futuro, disse o ministro à malta que vive no presente.

sexta-feira, abril 06, 2007

Make blogs, not love!

Blogues: O mais seguro dos contraceptivos!

Web: em cada dois segundos nascem três blogues
Diário Digital - 13 horas atrás
Em cada dois segundos (2´) são criados três blogues na Internet, ou 120 mil todos os dias, indica um estudo divulgado pela Technorati, empresa norte-americana que detém o motor de busca especializado na procura de blogs.
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[Em 2005] nasceram apenas 109 266 bebés em Portugal - o número mais baixo desde 1995. Pelo terceiro ano consecutivo, houve uma queda na taxa de natalidade.

O fenómeno não é recente, nem tipicamente português - é essa a tendência um pouco por toda a Europa -, mas torna-se cada vez mais preocupante. Actualmente, mais de metade das famílias não têm qualquer filho e 24% optam por ter um único filho. Apenas 3% dos casais têm três ou mais filhos. A situação só não é pior porque as vagas sucessivas de imigrantes rejuvenescem o mapa de Portugal. DN/2006


Agora pergunto eu:
já alguém tentou cruzar estes dados?

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