Começaram oficialmente as obras em minha casa
quinta-feira, julho 30, 2009
terça-feira, julho 28, 2009
segunda-feira, julho 27, 2009
Tratado de Lisboa: O tratado dos tratantes
Imagem Daqui
Cavaco anda esperançado.
Só que os Irlandeses não são moles e para eles um não será sempre um NÃO.
Este tratado que tão mau nome dá a Lisboa não passa de de um tratado de meia dúzia de crápulas e contra os cidadãos.
O aprofundamento do neoliberalismo
"Este novo Tratado não devolve soberania aos Estados-membros e não inverte o processo de aproximação da União Europeia a um modelo neoliberal de capitalismo. Pelo contrário. Afecta a soberania do país em pontos centrais, aprofunda o centralismo das decisões em torno dos seis maiores países (Alemanha, França, Itália, Reino Unido, Polónia e Espanha), aprofunda o neoliberalismo e reduz ao mínimo os direitos sociais, dando resposta às reivindicações do capital europeu.
Este Tratado mantém todos os aspectos negativos das políticas neoliberais que já conhecemos, e agrava-as, dando-lhes uma visão ainda mais liberal, com os protocolos que são parte integrante do próprio Tratado, seja sobre a política de concorrência que «não deve ser falseada», expressão que também constava da dita constituição europeia, seja sobre os chamados Serviços de Interesse Económico Geral. A leitura conjunta destes artigos só pode ter uma interpretação: sujeitar a maioria dos serviços públicos à política de concorrência e ao mercado interno, ou seja, facilitar a vida aos grupos privados que querem apropriar-se da generalidade dos serviços públicos, aprofundando o que está a acontecer com as liberalizações nos transportes, correios, energia, telecomunicações, serviços financeiros, etc.
Aí aparecem também, a propósito do Artigo 104.º do Tratado, relativo ao funcionamento da União Europeia, as declarações da Conferência Intergovernamental sobre a Estratégia de Lisboa e o Pacto de Estabilidade, insistindo nas políticas que estão a ser praticadas, com as consequências conhecidas. Sabemos o que significa controlo do défice orçamental: corte nos salários reais e nas pensões e reformas, menores investimentos públicos, incluindo na saúde e educação públicas, mais liberalizações/privatizações, com maiores ganhos para grupos económicos privados, e as graves consequências visíveis no desemprego, o qual alimenta o trabalho precário e os baixos salários.
Igualmente, a propósito da política monetária, não só se mantêm os poderes conferidos ao Banco Central Europeu, como se admite que se possa ir mais longe, «conferindo-lhe atribuições específicas no que diz respeito às políticas relativas à supervisão prudencial das instituições de crédito e outras instituições financeiras, com excepção das empresas de seguros ...".
In "O militante"
domingo, julho 26, 2009
Greve Geral Global

ISTO, INFELIZMENTE, COM A COLABORAÇÃO ACTIVA DOS DIRIGENTES SINDICAIS QUE JÁ SE PREPARAM PARA FAZER UMA ESPÉCIE DE PEDITÓRIO JUNTO DOS PARTIDOS, PARA DEPOIS «DAREM SEM DAREM» UMA INDICAÇÃO DE VOTO NAS ELEIÇÕES.
REALMENTE, NO MEIO DA PODRIDÃO, APENAS SE PODE CONSEGUIR ALGUMA COISA, SE FORMOS CAPAZES DE NOS COORDENARMOS DE FORMA HORIZONTAL, ENTRE PESSOAS DISPOSTAS A LUTAR! NÃO É COM ELEITORALISMO QUE SE LUTA! É PREPARANDO UMA GREVE GERAL GLOBAL, QUE ABRANJA TODOS OS SECTORES DA FUNÇÃO PÚBLICA!!
SÓ O FACTO DE SE ESTAR A PREPARAR SERIAMENTE ESTA HIPÓTESE DARIA IMENSA FORÇA AOS TRABALHADORES, PARA EXIGIREM QUE SEJAM RESPEITADAS AS SUAS LEGÍTIMAS ASPIRAÇÕES E QUE QUALQUER GOVERNO, SAÍDO DAS URNAS, PENSE DUAS VEZES ANTES DE «RASGAR» NO DIA SEGUINTE AS SUAS PROMESSAS ELEITORAIS, COMO SÃO COSTUMEIROS.
MANUEL BAPTISTA
(manuelbap@yahoo.com)
sexta-feira, julho 24, 2009
quinta-feira, julho 23, 2009
Debate público: «A Origem da IV Internacional e a sua ligação ao POUS»
Convite para reunião na sexta-feira, dia 24 de Julho, às 21 h 30 m, na Sede do POUS
Rua de Santo António da Glória, nº 52 B, cave C, em Lisboa (ver localização em anexo)
Objectivo: Debater a origem da IVª Internacional e a sua ligação com o POUS
Caros amigos e camaradas,
Vocês conhecem as propostas defendidas pelos militantes do POUS, propostas que têm sempre duas particularidades: têm como objectivo serem postas em prática com militantes e trabalhadores de outros partidos (ou sem partido) e colocam sempre o problema do Governo.
Por que é que – sendo elas desta natureza e, portanto, terem facilmente a adesão da maioria dos trabalhadores – não se consegue a sua realização, nem fazer com que a fonte de onde partem cresça na proporção desta adesão?
Onde estão os obstáculos? Serão eles normais, no quadro da luta da nossa classe para se emancipar?
Não serão estes obstáculos os mesmos que dificultam a construção do POUS, Secção portuguesa da IVª Internacional?
Os militantes do POUS – constantemente “acusados”, pelo jornalismo comum, do delito de serem pouco numerosos – têm consciência de que é necessário discutir e demonstrar todas as suas posições e propostas. Só assim poderá haver uma base sólida na intervenção de quantos decidem assumir essas propostas, bem como se poderá compreender como as dificuldades de organização estão ligadas às dificuldades da nossa classe.
O que não chega para deter os revolucionários, já que estes agem para mudar estas condições, para que estas se tornem favoráveis.
Nesta linha de orientação – depois de termos debatido a relação histórica entre a batalha actual a desenvolver em Portugal, pela unidade de todas as organizações que se reclamam do socialismo, para a constituição de um Governo que rompa com as políticas da União Europeia e com a própria União Europeia, e a luta dos revolucionários na década de 30 do século passado (pela unidade entre o PC e o SPD, na Alemanha, para impedir a eleição de Hitler) – propomos agora um debate sobre a IVª Internacional.
Faremos também, nessa reunião, o ponto da situação no processo de organização das listas pelo POUS às eleições para a Assembleia da República.
Saudações socialistas
O Secretariado do POUS
Explodir ou explorar, eis a questão
Os trabalhadores têm nítida consciência se uma fábrica/empresa é ou não viável e produtiva. Claro que não estou a falar da viabilidade com que os donos das fábricas/empresas argumentam. Ser viável não quer dizer que tenha que duplicar ou quadriplicar os lucros. Ser viável é dar emprego, assegurar a produção e não dar prejuízo.
Se o patronato é guloso e isto não lhe chega, então que os trabalhadores ameaçados de despedimento ocupem os seus postos de trabalho e levem o negócio para a frente. Tudo o que produzirmos cá, não compraremos lá fora!
E ainda nem começaram as obras...
A situação é caótica, como não podia aliás deixar de ser. OBRAS! Primeiro era para começar pela cozinha e sala. Toca a começar a levar as tralhas para os quartos. Depois de repente já não podia ser assim: aquela que nos pareceu ser a pessoa certa para arcar tal empreitada só podia pegar na obra em princípios de Setembro. Para não se perder mais tempo era melhor começar já pelos quartos, obra mais fácil. Lá tivemos que começar a levar tudo para a cozinha e para a sala, que estamos entretanto a habitar. Para a semana há que começar. Vejo os caixotes a empilharem-se à minha volta. Uma amiga diz-me ao telefone que um dia destes ainda tem que me resgatar da minha própria casa. Ela conhece-me e já percebeu que muitas das coisas não irão fora. Todos por aqui temos um certo apego às coisas com que nos fomos rodeando em várias fases da vida. Impossível livrarmo-nos dos livros, dos recortes de jornal, de alguns brinquedos dos filhos, até mesmo de roupas. Outras coisas são colocadas no jardim para alguém as vir buscar. Há que tratar de todos esses pormenores: quem chamar para vir buscar; quem contratar para ajudar a carregar móveis e colchões? Coisas que saem para ser concertadas. Outras que aparecem de todos os lados parecendo estar a nascer dos cantos. Sinceramente, tanta tralha! Mas são as nossas coisas, aquilo que conservámos e continuamos a querer manter. Aliás há coisas velhas que voltam a ser novas. A descoberta dos livros que ainda não li e o desafio de saber agora que já não será possível ler a todos (mas todos se guardam!). O candeeiro comprado com uma intenção que nunca se chegou a cumprir, guardado para colocar depois das obras. A casa já teve inúmeros projectos: antes de eu aparecer; antes de um filho, de dois, com mais quarto, menos quarto. Uma casa que acumula outras casas. Uma casa que é preciso desfazer e refazer nos próximos tempos. Vestígios da casa da minha madrinha, onde vivi anos, vestígios da casa do pai dele, despojos que vieram cá parar quando partiram. A casa dos Açores, que viajou para cá num contentor (a carga pronta e metida nos contentores, adeus ó meus amores que me vou para o outro mundo!). Os brinquedos de quando eram pequenos, esses todos para dar. Cds para encaixotar, cds para encaixotar, livros, livros, livros… tantas coisas, tantas coisas e o meu Verão?
quarta-feira, julho 22, 2009
Ecologia de fraldas
Veja aqui a demonstração Quercus das fraldas reutilizáveis
(preços entre os 20 e os 30 euros a unidade)
«Alertar para as virtudes das fraldas reutilizáveis e para as desvantagens das descartáveis é o objectivo da campanha nacional lançada pela Quercus. Em 2008 foram parar ao aterro e à incineração 200 mil toneladas de fraldas, ou seja, 5,17% dos resíduos sólidos urbanos produzidos no país.» Público.
terça-feira, julho 21, 2009
segunda-feira, julho 20, 2009
Bob Dylan - Blue Moon
Pela minha parte teria preferido que o ser humano andasse mais com os pés na terra do que com a cabeça na lua! Embora às vezes não haja nada melhor!!!
sábado, julho 18, 2009
A história das coisas
Este vídeo mostra os problemas sociais e ambientais criados como consequência do nosso hábito consumista, apresenta os problemas deste sistema e mostra como podemos revertê-lo, porque não foi sempre assim.
Dublagem: Nina Garcia
Baixem em melhor qualidade aqui:
http://www.sununga.com.br/HDC/index.p...













